EXISTIRMOS A QUE SERÁ QUE SE DESTINA: A PSICANÁLISE NAS SITUAÇÕES SOCIAIS CRÍTICAS: ESCUTAR, HABITAR, EXISTIR.
Emília Estivalet Broide Cajuína Existirmos a que será que se destina Pois quando tu me deste a rosa pequenina Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina De um menino infeliz não se nos ilumina Tão pouco turva-se a lágrima nordestina E apenas a matéria vida era tão fina E éramos olharmo-nos intacta retina Da cajuína cristalina em Teresina (Caetano Veloso) “Cajuína” é musica-poema de Caetano que elegi para abrir esta apresentação. Caetano nos fala nessa música de seu enco

